Preparação de doentes respiratórios crónicos para o frio

Doenças como a doença pulmonar obstrutiva crónica, asma, bronquiectasias, fibrose quística e pulmonar são lesões nos pulmões. Provocam desconforto a respirar, falta de ar, tosse e expetoração e, por isso, dificultam as atividades do dia a dia. Devido à humidade e ao frio, o outono e o inverno são as estações do ano mais delicadas para estes doentes. É importante assegurar que se protegem devidamente durante os meses de verão, para que estejam menos suscetíveis ao agravamento da doença e evitar pneumonias. Existem várias formas de fortalecer o sistema imunitário: cumprimento da medicação, evitar ambientes poluídos, tomar vacinas, higiene brônquica e adoção de um estilo de vida saudável (alimentação cuidada, períodos de descanso, diminuir/controlar o stress e atividade física regular). Os programas de reabilitação respiratória são uma mais valia para estes doentes, pois aumentam a capacidade física (treinos físicos), fazendo com que o cansaço não seja tão intenso e a capacidade respiratória aumente (técnicas de controlo de respiração e remoção de expetoração). Deve ser feita uma análise inicial para saber em que condições está a doença e adaptar o programa a cada doente. Esta análise é feita por equipas especializadas que são constituídas por médico, fisioterapeuta, psicólogo, nutricionista, enfermeiro, terapeuta ocupacional e técnico de cardiopneumologia. Este tipo de cuidados é uma excelente forma de proporcionar melhor qualidade de vida e reduzir os gastos com a doença (medicamentos, hospital, etc...). A melhor altura para o início da reabilitação é quando a doença está estabilizada e os sintomas controlados.